sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

smile unmarked

Ao som do piano me vejo lacrada em um infinito sem fim
ao som da chuva me vejo chorando, sozinha, sem rir.
Tanta coisa nos acontece, pouca coisa nos acompanha,
varias pessoas ganham troféus, poucos troféus me ganham.

Sendo um sorriso sem marcas, ou uma poesia sem amor,
Sendo algo momentâneo do tipo uma explosão de calor.

As estrelas que bebi clareiam um momento de escuridão
que as balas de culpa que comi me trouxeram por causa de perdão.
As estrelas que eu sigo me mostraram um novo caminho,
cheio de paradoxo, metáforas e vinhos.

Entre um nó na barriga e um pé na concentração
Prefiro ganhar vida do que perder uma mão.

Talvez acreditar não seja tão simples assim
Talvez morrer seja mais lindo que um jardim.
Talvez as pessoas que nos cercam hoje que nem robôs caminharam
Talvez a caixa que era minha hoje te entregaram.

Se por acaso a continuação não for tão linda quanto a historia,
não venha me pedir apelo, não venha me pedir conselho ou muito menos um caminhão.

Pois hoje não é melhor ou pior que ontem,
hoje é apenas hoje e o amanhã sera só o amanhã.

3 comentários:

  1. Olá,

    Que texto lindo e profundo. Você escreve muito bem. Parabéns!

    seguindo o blog...
    Beijos

    http://livrosfilmeseencantos.blogspot.com.br/

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  2. Olá Ana, agradeço por você acompanhar o blog e saiba que a partir de hoje vou acompanhar o seu blog com toda a paixão e curiosidade. Fico grata em saber que pessoas maravilhosas, assim como você, acompanham o blog!
    Beijos

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